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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Pontas soltas - loose ends


Pontas soltas de vidas esquecidas, histórias inacabadas que ninguém mais sabe contar. A bilha que alguém esqueceu à sombra da velha oliveira, como um amor velho que foi substituído por um novo amor, ou o relógio que ultrapassou o tempo e do alto da sua torre troça da gente que passa apressada. 
As histórias de magia que lutam por escapar de livros que já ninguém lê, enquanto uma teia global envolve e prende um mundo real que o virtual tenta dominar.
A janela que o Inverno encerrou e onde o Verão adormece, a jovem laranjeira que é agora a última habitante do castelo, arruinado pelos séculos que sobre ele passaram, ou a caixa de correio que os carteiros já esqueceram.
São pequenas histórias sem princípio nem fim, imagens singulares extraídas do grande filme que é a vida...

Loose ends of forgotten lives, unfinished tales that no one else knows how to tell. The pitcher that someone forgot in the shade of the old olive tree, as an old love, discarded and replaced by a new one, or the clock that surpassed its time and from the top of the tower mocks the people who hurried passes by.
 
The stories of magic struggling to escape from books that nobody reads anymore, while a global web involves and holds a real world, where the virtual tries to dominate.

 
The window closed by the winter, where the summer falls asleep, the young orange tree that is now the last inhabitant of the castle, ruined by the centuries that have passed on it, or the mailbox that postmen have forgotten.

These are small stories without a beginning or a end, single images extracted from the great movie that life is...








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