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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Tempo vagabundo - Wandering time



O Tempo é na realidade a medida para todas as coisas. O tempo de um suspiro, o tempo de uma vida...
O mesmo tempo que passa lentamente na juventude, desliza vertiginoso anos mais tarde. O tempo que muda as cores da Natureza, amadurece os frutos e seca as sementes é outro, mas é também o mesmo tempo que tudo cura, tudo dá e tudo acaba por tirar. 
Tentamos medir e domesticar esse tempo, vagabundo inexorável, mas ele é demasiado fugidio. Há minutos que duram séculos e horas que desaparecem numa vertigem. Há o tempo de esperar, tão longo, e o tempo de partir, tão curto, que nos escapa por  entre os dedos como areia numa ampulheta.
Tempo de esperança, tempo de amar e de nascer, de morrer e de renascer, há sempre uma multidão de tempos em cada vida.

Time is actually the measure of all things. The length of a sigh, the time of a lifetime ...
The same time that passes slowly in youth, slides vertiginous years later. Time that changes the colors of Nature, ripens the fruits and dries the seeds is another, but it is also the same time that heals, gives everything and everything ends up taking.
We try to measure and tame this time, inexorable vagabond, but it is too elusive. There are minutes that last for centuries and hours that vanish in a vertigo. There is the time to wait, so long, and the time to leave, so short, that escapes us through our fingers, like sand in an hourglass.
Time for hope, for love, and time to be born, to die and be reborn, there is always a multitude of times in every life.










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